Estratégia, Planejamento e Comunicação

Trabalho da ID na mídia nacional

Postado em 5 de março de 2009 por: naurojr - Sem comentários »

Saiu na edição digital da revista Empreendedor uma matéria sobre sacolas ecológicas e, mais uma vez, o trabalho realizado pela ID Comunicação para a Videoteca foi uma das referências de sucesso nesta iniciativa.

Para ler a matéria  clique aqui, para saber mais sobre as sacolinhas ecológicas clique aqui e aqui.

Este post trata de: geral
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Hugh MacLeod - O que importa são as pessoas

Postado em 19 de fevereiro de 2009 por: maju - Sem comentários »

hugh_macleod A importância de priorizar as pessoas e não somente os produtos na  comunicação é figurinha carimbada em vários artigos relacionados à “nova propaganda”. Inclusive aqui no blog vira e mexe estamos tocando no assunto. Apesar de para algumas empresas isso já ser fato, para muitas, mas muitas mesmo, a importância de valorizar o relacionamento pessoal entre marca e consumidor ainda é uma realidade distante.

Lendo o Meio & Mensagem desta semana, encontrei uma entrevista curta, mas interessante, com Hugh MacLeod que trata justamente disso. Pra quem não conhece, MacLeod é cartunista, guru da web 2.0, blogueiro (www.gapingvoid.com) e um estrategista de marketing que abandonou o jeito tradicional de fazer propaganda para ajudar empresas como a Dell e a Microsoft a melhorarem o relacionamento com seus clientes através de diversas mídias e, principalmente, das interações trazidas pela web.

Para MacLeod o que realmente importa são as pessoas e não os objetos, que são meros acessórios de socialização. E o caminho das pedras da “nova propaganda” está em transmitir a ideia de leveza e aproximar-se cada vez mais do cotidiano, deixando para trás as superficialidades dos planos de comunicação.

Bom, nada de muito novo. Mas algumas respostas durante a entrevista me chamaram a atenção. Vou transcrevê-las a seguir.

Meio & Mensagem (M&M) - Depois de trabalhar muito tempo com publicidade, você optou por seguir um caminho diferente. Passou a prestar consultoria para grandes empresas e fundou o blog Gapingvoid em 2001. O que motivou a mudança?
Hugh MacLeod (HM)
- Na realidade, eu mudei quando a propaganda mudou. (…) Agora, as palavras de ordem são interação e relacionamento. O retorno é imediato e o modelo baseado essencialmente em televisão deixou de funcionar. A internet surgiu no exato momento em que a TV começou a perder eficiência como mídia e fez com que tudo fosse repensado, já que estava no fim a era da solidão para a chegada da sociedade em rede. (…) Quando começaram as transformações, porém, comecei a fuçar na internet e percebi que era preciso colocar fim ao modelo partenalista da mídia com aquele estilo de  “sabemos tudo”, deixando o espectador como mero ouvinte.

M&M - Em um de seus cartoons você diz que se as pessoas tentassem se comunicar da maneira como faz a publicidade, correriam o risco de apanhar umas das outras. Você acredita que a publicidade tida como tradicional no mundo de hoje  não leva em conta a inteligência dos consumidores?
HM
- (…) O fato é que a propaganda tem a função de inspirar as pessoas, e vejo na internet a oportunidade ideal para que os profissionais do setor entendam como desenvolver uma conversa e promover uma marca ou produto. É preciso ir além da abordagem careta e ultrapassada. (…) As pessoas se sentam a uma mesa, interagem, tomam uma taça de vinho e deixam a conversa fluir. Esse é o segredo da web 2.0: tornar natural e intimista o relacionamento entre marcas e pessoas. As relaçõees podem - e devem - ser mais reais e mundanas para que os consumidores não se sintam diminuídos.

M&M - Quais as principais evoluções trazidas pela internet para o universo da propaganda?
HM
- (…) Hoje em dia as pessoas é que importam, os objetos não. Essencialmente acredito que a trasnformação na linguagem é o maior benefício trazido pela internet para a publicidade. (…) Atualmente a informação está mais acessível, e o consumidor, mais exigente e dono de suas decisões. A necessidade de adaptação está fazendo com que a propaganda renove sua linguagem e com que os relacionamentos entre marcas e pessoas sejam mais sólidos e evoluídos.

M&M - Tendo em vista esse relacionamento mais estreito, você vê as redes sociais como um importante canal de comunicação entre as partes da cadeia de consumo?
HM
- O conceito por trás das redes sociais é muito anterior à web 2.0 e aos sites de relacionamento. As mídias sociais apenas apontaram o caminho para que os consumidores começassem a interagir digitalmente, mas agora em um canal onde tudo é mais veloz e amplo. O que acontece é que as marcas e seus produtos nada mais são do que objetos sociais. São eles que acabam por externar a personalidade, o gosto, o status. É uma apresentação social através do consumo. (…) É necessário abrir espaço para a colaboração, já que todos querem compartilhar e tudo deve girar em torno desse objeto natural do ser humano.

0709arewetalking M&M - Então, qual é o futuro do marketing nesse cenário multiplataforma?
HM
- O segredo nada mais é do que contar histórias, coisas da vida. Aproximar a comunicação ao máximo da realidade e do cotidiano dos indivíduos é fundamental para acabar com a superficialidade. (…) Confio plenamente na teoria de que os produtos ajudam a contar melhor sua história e nesse apelo real com ideal para propaganda. No fim, o que importa mesmo é socializar. Marcas e produtos são apenas as moléculas necessárias para a inserção na sociedade.

M&M - E para contar uma história, existe um canal mais indicado?
HM
- Todos os meios de comunicação servem como socializadores. O mix entre eles é importante, sempre levando em conta qual o público a ser atingido e qual a melhor estratégia. É bom que as empresas entendam que são os clientes que definem o significado de sua marca, então por que não permitir que a comunidade colabore com a sua evolução?

 * Foto de Hugh MacLeod por David Sifry

Este post trata de: consumidor, marketing, publicidade, social media, web 2.0
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Fogo com fogo

Postado em 4 de fevereiro de 2009 por: naurojr - Sem comentários »

Para sua campanha de conscientização sobre o desperdício o Instituto Akatu está veiculando na TV a cabo um comercial que usa a mesma linguagem dos famosos comerciais de supermercado.

A campanha é ótima, a criação é da Leo Burnett.

Este post trata de: mercado, publicidade, videos
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YouTube acha q crise pode beneficiar seus esforços por publicidade

Postado em 2 de fevereiro de 2009 por: naurojr - Sem comentários »

O mercado mundial de publicidade em vídeos online sairá beneficiado da crise econômica mundial porque as empresas estarao à procura de maneiras mais baratas e mais precisas de promover seus produtos, declarou o co-fundador do YouTube em Davos. Chad Hurley, presidente-executivo da empresa agora controlada pelo Google, disse que o rápido crescimento na demanda por vídeo online significava que seu site estava atingindo audiências maiores e comercialmente mais valiosas.

Veja mais no: Blue Bus

Este post trata de: audiência, internet, publicidade, videos, youtube
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Mais adultos nas redes sociais

Postado em 30 de janeiro de 2009 por: naurojr - 1 Comentário »

msn_adulto

Nem só de adolescentes viciados em internet vivem as redes sociais. A participação de adultos nas redes como Facebook, Orkut, MySpace e outras quadruplicou.

Em 2005 somente 8% dos adultos americanos estavam em alguma destas redes, já em dezembro de 2008 este número era de 35%.

Certo é que este número ainda é pequeno perto dos 93% de participação online de jovens em 12 e 17 anos, mas o crescimento é constante e surpreendente.

Também destaca-se o crescimento da participação da terceira idade na rede. Segundo estudo da Pew Internet & American Life, 45% da população americana entre 70 e 75 anos está on-line hoje em dia.

O que tem atraído adultos para as redes sociais? Contatos profissionais, oportunidades de negócio e reencontro com colegas de escola e de faculdade.

Os números são americanos, mas a julgar pelo número recente de requests em meu e-mail e a divulgação do aumento do número de participantes de algumas redes sociais aqui no Brasil podemos supor que aqui também, os adultos estão começando a descobrir as redes sociais.

Fonte: Read Write Web /BlueBus

Este post trata de: internet, pesquisa, social media
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Publicidade na internet não verá a crise

Postado em 13 de janeiro de 2009 por: naurojr - Sem comentários »

O Webinsider publicou hoje uma matéria interessante sobre como a internet poderá ser a tábua de salvação do mercado publicitário no 2009. O texto é do Fernando Schiavon e pode ser lido na íntegra clicando aqui.

Este post trata de: internet, mercado
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Revista CaseBem nº 10 é produzida pela ID Comunicação

Postado em 13 de janeiro de 2009 por: maju - Sem comentários »

capa_edicao10 Começa a chegar às bancas de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, a nova edição da revista CaseBem. Um número especial que comemora a 10ª edição da revista. Mais uma vez, a produção foi coordenada pela equipe da ID Comunicação e contou com o trabalho do fotógrafo Cezär Motta, da jornalista Roseane Ribeiro, com produção de moda de Jefferson Machado (Acervo Bossa), make up de Marcos Muniz e modelos da Mega Models.

Esta CaseBem especial ganhou mais espaço e chega às bancas com 144 páginas com o melhor do mercado de casamentos, além de vários fornecedores locais e regionais. O que comprova o sucesso da publicação com o aumento também do número de páginas comerciais.

A grande novidade da edição fica por conta da seção Casamentos+Galeria que exibe uma seleção de lindos casamentos para inspirar ainda mais as leitoras. Os editoriais fotográficos trazem 16 páginas com vestidos de grandes estilistas da região sul e modelos de lingerie para a noite de núpcias.

Com forte presença nos estados da região sul, a revista CaseBem tem se destacado pela qualidade editorial e seriedade do departamento comercial e a cada edição consolida-se como importante veículo do segmento de casamentos da região.

Este post trata de: casamento, casebem, id comunicação, press release
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É "louca" mas não é boba

Postado em 13 de janeiro de 2009 por: naurojr - Sem comentários »

britney-spears

Britney quer um viciado em rede social para administrar sua presença na web e para isto está recrutando.

A “princesinha do pop” colocou um anúncio nos classificados de emprego de Harvard solicitando um candidato que seja: expert em Google Analytics, search engine optmization, tenha experiência em construir, lançar e manter comunidades online, seja um viciado em rede social e interessado em novas ferramentas.

Esta é mais uma confirmação de que para falar com o público jovem é fundamental estar presente nas mídias sociais.

Já faz tempo que YouTube, Orkut, Facebook, Flickr, Twitter etc deixaram de ser somente uma moda nas rodinhas adolescentes e, cada vez mais, se tornam ferramentas legítimas dentro das estratégias de marca de várias empresas. Até a Britney sabe disso.

A dica é do Blue Bus a foto é do Tá no Ar.

Este post trata de: adolescentes, internet, mercado, social media
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Internet supera jornais como fonte de notícias nos Estados Unidos

Postado em 31 de dezembro de 2008 por: naurojr - Sem comentários »

O estudo conduzido no começo de dezembro pela Pew Research Center for the People & the Press  mostrou que a internet agora é a segunda fonte de informação dos norte-americanos, tendo ultrapassado os jornais.

Em um ano, a fatia dos que recorrem à internet por notícias subiu de 24% para 40%, enquanto os jornais se mantiveram praticamente estáveis em 35%. A TV continua como fonte líder, com 70% dos entrevistados ligando seus televisores quando estão atrás de notícias. A liderança folgada da TV também parece ser questão de tempo, já que, entre os mais jovens ouvidos pela pesquisa, a busca por dados na TV ou na internet está empatada, já que 59% afirmou recorrer a cada um dos meios, contra 28% a jornais.

Este não é um fenômeno exclusivo dos Estados Unidos, em julho deste ano pesquisa realizada na Europa já apontava também para este cenário.

Com a web tornando-se cada vez mais importante para os consumidores, é só uma questão de tempo para que este panorama se reflita também no investimento publicitário na web em terras brasileiras.

A dica foi do Acontecendo Aqui.

Este post trata de: internet, mercado, pesquisa
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Fórum de Marketing Curitiba 2008 - Parte II

Postado em 25 de novembro de 2008 por: maju - 1 Comentário »

ricardo_guima Como prometido, vamos dar seqüência aos posts sobre o Fórum de Marketing Curitiba 2008 com Ricardo Guimarães.

Ricardo Guimarães nos proporcionou "a melhor palestra curta do evento". Explico, em função de um pequeno atraso na programação o tempo de sua palestra acabou sendo reduzido para não prejudicar o andamento do restante do evento. Mesmo assim, não ficou devendo nada a ninguém. Muito pelo contrário, foi o famoso "falou pouco, mas falou bem".

Ricardo Guimarães - Branding Gestão da Marca

Logo no início, Ricardo Guimarães contextualizou sua apresentacao mostrando uma série de manchetes de jornais e revistas sobre a crise financeira e as mudanças comportamentais e culturais que estão acontecendo e lançou o seguinte conceito: para ter facilidade de adaptação e interação em um meio cada vez mais turbulento, as empresas precisam atuar como organismos vivos. Ou seja, a questão da adaptabilidade foi colocada novamente em foco.

Continuando seu paralelo sobre organismos vivos, Ricardo pontuou que assim como as pessoas estão buscando hoje voltar-se para suas  essências, as empresas também precisam descobrir e viver de verdade as suas. É o que precisa ser externalizado e representado pela marca. A postura como empresa tem que representar o que a empresa realmente é, não há mais espaço para "fakes". Missão e visão são conceitos ligados a um passado puramente industrial, a essência tem muito mais a ver com a existência atual de uma empresa. E é o que realmente mais importa para o cliente.

A idéia de empresas como organismos vivos, foi o gancho para a próxima fase de sua apresentação, onde a interconecção de processos, pessoas e ambientes tem o poder de transformar pequenas causas em grandes efeitos. Não existem mais elementos isolados e imunes. Bom, a crise financeira é a maior prova disso.

E tentar entender ou explicar toda essa complexidade atual não é tarefa para uma única disciplina. Será preciso fazer uso da interdisciplinaridade, somar forças de múltiplos conhecimentos para conseguir "domar" essas novas estruturas sociais e conceituais. Não é pra menos que já existem muitas agências de publicidade e de comunicação com psicólogos, antropólogos, sociólogos etc. em seus quadros.

E diante de todo este cenário caótico, onde o que é novo ainda não se estabeleceu e o que é velho não perdeu a validade, as empresas precisam ter consistência em suas propostas de valor e clareza de sua essência, porque isso gera autenticidade e originalidade na postura e permite a criação de interações verdadeiras com seus clientes. A importância dessa abordagem reside no fato de que a propaganda não consegue criar valor se o produto não tem valor real. E um produto só terá valor se a empresa realmente o tiver na sua essência.

Para fechar sua apresentação, Ricardo Guimarães deixou o seguinte recado: as empresas podem atravessar períodos de turbulência com mais facilidade se criarem vínculos fortes e duradouros com seus clientes. E isso só é possível se definirem o que as move, pois caso contrário não conseguirão achar seu diferencial e, portanto, não inspirarão as pessoas.

Próximo post Fernando Pierry com gestão de clientes.

Este post trata de: marketing, palestra
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